Binacional



 

Enfim, Brasília aprovou acordo que regulamenta transporte rodoviário de passageiros e cargas entre Brasil e França, usando ponte binacional.
Concluída desde junho de 2011, custou R$ 61 milhões, mas ainda sem qualquer utilidade.

Ganância



Doendo pra caramba no bolso, a Urbe já reage: preço do gás de cozinha, em Macapá, que custava 42 reais, pulou para R$ 62,00.
Mas com o Procon já nas ruas, botando quente sobre ‘espertinhos’, no dizer de Vicente Cruz.

Otimismo



“Em julho, Ferreira Gomes vai ter o melhor ‘Carnaguari’ de todos os tempos”, me disse o prefeito Elcias Borges, recentemente.

Rechaço



Mesmo aprovado na AL, Waldez vetou projeto de Lemos (Psol), com ações beneficiando moradores em ressacas.
Na justificativa de Góes, porque pretendia interferir na fauna e na flora de áreas sujeitas à influência do rio Amazonas.

Partida



‘Agora com máquina já calibrada, o Setentrião, enfim, vai poder dar o arranque planejado’, disse Amanajás, em troca de prosa no DA, hoje.

Cobiça



Além de Clécio, que busca reeleição, já se lista, atualmente, pelo menos 5 outros pretendentes à prefeitura, ano que vem.
São eles: Gilvam, Aline, JK, Amanajás e Acácio Favacho.

Assistência



Por iniciativa da prefeitura, homenagens aos trabalhadores, na Floriano Peixoto, em 1º de maio, vêm temperadas com doações de mudas e, principalmente, atendimento médico a quem interessar possa.

Aparência



 

Parido no 2º governo Waldez, projeto original da ponte sobre o Matapi —alterado por Camilo, tinha formato estaiado, que se assemelha com a binacional Oiapoque/Saint George.

Transparência



Com circulação em 2 de maio, Ijoma presta contas de sua movimentação financeira [doações] em jornal editado pela própria instituição.

QG



 

Vinícius Gurgel (PR) já avança com emenda de R$ 1,8 milhão, em Brasília, pra construção
de um novo quartel do Corpo de Bombeiros, na zona sul de Macapá.

Igualdade



O Psol reage a ‘melindres’ de Fabrício Furlan.
“O partido nunca usou arame farpado em seu entorno e nem botou guardas no portão, pra inibir quem quer que seja —todos respeitados e valorizados igualitariamente”, me disse um interlocutor, hoje.