Troca, troca



Já parte do condomínio partidário dos ‘gurgéis’, no Solidariedade, aqui, sai Bala Rocha entra Marciane Santo, atual titular da Sete, no governo WGóes.

Capa



Rosto do DA de papel dessa quarta, 16.
Veja!!!

Futuro



Superado imbróglio da assinatura, que ganhou espaços generosos na imprensa país afora, Vinícius volta a revelar desejo impresso na memória.
Ao invés da reeleição, o Senado em 18, como o seu próximo passo na política amapaense.

Mudança



Depois de Leitinho no DNPM, Josi Araújo agora também emplaca o novo diretor regional da Eletronorte no Amapá, onde sai Robson Marques e entra Mauro de Jesus Dantas.
Posse amanhã, em Brasília.

Prestígio



Depois de Leitinho no DNPM, Josi Araújo agora também emplaca o novo diretor regional da Eletronorte no Amapá, onde sai Robson Marques e entra Mauro de Jesus Dantas.
Posse amanhã, em Brasília.

Inglês ver



Assim da noite pro dia, como num toque de mágica, Santana virou um canteiro de obras, pelo que se vê na telenona.
“É tudo virtual. Na vida real, Santana continua suja e abandonada. É mais uma mentira do prefeito Robson”, reagem adversários políticos.

Sujeira



A pilha de corpos no cemitério da Lava Jato cresceu com a nova delação de Delcídio do Amaral.
Agora com um tucano de bico longo, Aécio Neves, todo lambuzado, também entre eles.

Tiroteio



Reátegui, mano de Moisés, soltou raios que o partam sobre Ivana Cei (MP), em pronunciamento na Câmara Federal, hoje.
Por conta de supostos TACs, que ele jura ter sido de ‘encomenda’, até Eike Batista virou peça do discurso inflamado do parlamentar.

Calmaria



De repente, mais que de repente, esfriou a fritura nos arredores de Careca, na Sedel.
Justiça seja feita: pode até não ser um bom ‘cabo eleitoral’, mas tem dado conta direitinho de seu dever de casa.

Blog do Noblat 



Cuidemos do cerco a Dilma que do cerco a Lula cuida a Lava-Jato.

Está assim: não há em Brasília viva alma no primeiro escalão da República, nem mesmo no segundo, que aposte na permanência dela no poder até o fim do ano.

O primeiro escalão reúne ministros de Estado, ministros do Judiciário, presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado, e os líderes dos principais partidos. O segundo escalão, aqueles que trabalham ligados diretamente a essa gente.

O ex-presidente José Sarney não ocupa nenhuma dessas posições. Mas é um político influente, embora sem mandato. E faz parte do primeiro escalão da República. A senadores, segundo informou a edição online do Jornal do Brasil, ele disse na última quarta-feira:

– Acabou [o governo]. É como Café, Getúlio e Collor.

É o que mais se ouve em Brasília de uma semana para cá: “Acabou o governo. Acabou”.

Capa



Rosto do DA de papel desse domingo, 13.
Veja!!!

A cultura da crise



José Sarney – Ex-Presidente da República

Quando olharmos o mundo com vista embaciada, tudo parece muito confuso. É visão de uma crise permanente. Crise, por definição, é um problema que se tornou agudo, sem solução à vista. Sempre existirão situações desse nível. Deus poderia ter feito o mundo sem necessidade de ajustamentos. Não o fez para que os homens pudessem participar da obra da criação. Deu-lhes liberdade para errar e consertar. Gozamos do poder de escolher entre o bem e o mal e ganhar a sobrevivência com grande esforço.

O Brasil tem mantido ao longo de sua história uma alternada convivência do otimismo com o cultivo constante do desastre. Em alguns momentos celebramos a euforia do país do futuro, em outros, a louvação de nossas imensas riquezas, o ufanismo do verde-amarelismo, a descoberta de nosso orgulho. Isso tudo foi insuficiente para soterrar a permanente invenção do abismo, aquele precipício bem brasileiro, que ronda o nosso cotidiano e que a todo momento está à nossa volta. “Estamos à beira do abismo” é o chavão da rotina dos discursos políticos. Carlos Lacerda, ao tempo de Vargas, com a sua força panfletária e a eclosão da chamada República do Galeão, em 54, não se conteve e proclamou: “Agora acabou tudo: roubaram até o abismo!”.

Com a Revolução de 64, fechados os espaços políticos, a coisa piorou. Iniciou-se uma lavagem cerebral de que o Brasil não merecia a presença de seus filhos, envergonhados dele, e somente existiam dois caminhos: ou a luta heroica ou o exílio. O governo, por seu lado, usou a fórmula infeliz de pregar o “ame-o ou deixe-o”. Era doutrinação do quanto pior, melhor, e a política de terra arrasada. A verdade é que o Brasil resistiu. Os que não estão envolvidos no jogo do poder e fora da retórica vazia têm um imenso amor e orgulho desta terra excepcional. “Se eu não fosse brasileiro, queria ser brasileiro”, é a alma do povão. Ele gosta do Brasil, sentimento muito dividido nas elites.

Joaquim Nabuco, quando defendia o Gabinete João Alfredo, depois da Abolição, procurando resistir à avalanche de agravos contra ele, dizia que o mais difícil em política é deter um mar de opiniões negativas, um consenso de contrariedade.

O caldo de cultura que se forma nesses momentos é de afastar qualquer defesa. A tendência é o esquecimento das coisas positivas e uma exacerbação do negativismo. Nada é alvo de reconhecimento. Sou um daqueles que não gostam de atirar a primeira pedra. Quem governa, governa com circunstâncias e não escolhe o terreno em que atua. Há sempre o desejo de fazer o melhor. Só o tempo diz se a conduta adotada atingiu seus objetivos. O governo opera dentro de possibilidades e limitações.

Jamais deixei de expressar minhas divergências com a política econômica e com outras políticas públicas. Mas está em jogo o êxito do país e o momento é de grandeza. Não é instante de manter nem conferir controvérsias. É o de aproximar intenções e convergências. É o de tomar vacina contra a cultura da crise que nos joga no fundo do poço, no baixo astral e em alta fossa.

Afinal, o Brasil não é um país artificial. Ele existe pela força do seu povo, sétima economia mundial, grande parque industrial competitivo, mercado interno de proporções significativas e bons recursos humanos.

A cultura da crise



José Sarney – Ex-Presidente da República

Quando olharmos o mundo com vista embaciada, tudo parece muito confuso. É visão de uma crise permanente. Crise, por definição, é um problema que se tornou agudo, sem solução à vista. Sempre existirão situações desse nível. Deus poderia ter feito o mundo sem necessidade de ajustamentos. Não o fez para que os homens pudessem participar da obra da criação. Deu-lhes liberdade para errar e consertar. Gozamos do poder de escolher entre o bem e o mal e ganhar a sobrevivência com grande esforço.

O Brasil tem mantido ao longo de sua história uma alternada convivência do otimismo com o cultivo constante do desastre. Em alguns momentos celebramos a euforia do país do futuro, em outros, a louvação de nossas imensas riquezas, o ufanismo do verde-amarelismo, a descoberta de nosso orgulho. Isso tudo foi insuficiente para soterrar a permanente invenção do abismo, aquele precipício bem brasileiro, que ronda o nosso cotidiano e que a todo momento está à nossa volta. “Estamos à beira do abismo” é o chavão da rotina dos discursos políticos. Carlos Lacerda, ao tempo de Vargas, com a sua força panfletária e a eclosão da chamada República do Galeão, em 54, não se conteve e proclamou: “Agora acabou tudo: roubaram até o abismo!”.

Com a Revolução de 64, fechados os espaços políticos, a coisa piorou. Iniciou-se uma lavagem cerebral de que o Brasil não merecia a presença de seus filhos, envergonhados dele, e somente existiam dois caminhos: ou a luta heroica ou o exílio. O governo, por seu lado, usou a fórmula infeliz de pregar o “ame-o ou deixe-o”. Era doutrinação do quanto pior, melhor, e a política de terra arrasada. A verdade é que o Brasil resistiu. Os que não estão envolvidos no jogo do poder e fora da retórica vazia têm um imenso amor e orgulho desta terra excepcional. “Se eu não fosse brasileiro, queria ser brasileiro”, é a alma do povão. Ele gosta do Brasil, sentimento muito dividido nas elites.

Joaquim Nabuco, quando defendia o Gabinete João Alfredo, depois da Abolição, procurando resistir à avalanche de agravos contra ele, dizia que o mais difícil em política é deter um mar de opiniões negativas, um consenso de contrariedade.

O caldo de cultura que se forma nesses momentos é de afastar qualquer defesa. A tendência é o esquecimento das coisas positivas e uma exacerbação do negativismo. Nada é alvo de reconhecimento. Sou um daqueles que não gostam de atirar a primeira pedra. Quem governa, governa com circunstâncias e não escolhe o terreno em que atua. Há sempre o desejo de fazer o melhor. Só o tempo diz se a conduta adotada atingiu seus objetivos. O governo opera dentro de possibilidades e limitações.

Jamais deixei de expressar minhas divergências com a política econômica e com outras políticas públicas. Mas está em jogo o êxito do país e o momento é de grandeza. Não é instante de manter nem conferir controvérsias. É o de aproximar intenções e convergências. É o de tomar vacina contra a cultura da crise que nos joga no fundo do poço, no baixo astral e em alta fossa.

Afinal, o Brasil não é um país artificial. Ele existe pela força do seu povo, sétima economia mundial, grande parque industrial competitivo, mercado interno de proporções significativas e bons recursos humanos.

Ideário



Se Chelala se fez bem entender, no rádio, dia desses, o PPL é esquerdista e até um pouco radical, mas acima de tudo, e principalmente, um partido democrático.
Pois, é.

Pega ladrão



Como não é da minha área do saber, desculpem aí pela ignorância do macaco, mas tomando o marqueteiro Santana, como exemplo, me digam:
Pra não se enrascar com a polícia, agora pra consolidar qualquer negócio financeiro, antes temos que checar procedência do dinheiro com o qual nos pagam pelo serviço prestado?
Se sujo ou não … É isso mesmo?
Ah, sim.
Já fomos fiscais do Sarney, agora viramos ‘cão farejador’ do dinheiro público …
Então, tá!