Perdas e danos



Dos 7 candidatos a prefeito em Macapá, apenas três deles elegeram vereadores: Clécio (10), Gilvam (7) e Aline (6).
Outros, inclusive PT e PSB, sequer tiraram lasquinha da trave.

Mudança



Com 1.50l sufrágios na frente de Dilson, Dudão já apressa passo.
Quer logo, logo discutir com o atual prefeito transição no governo municipal, em Mazagão.

Foco



Dudão disse, na visita que fez ao DA nesta quinta (6):
Toma assento na prefeitura e no mesmo dia começa a correr atrás de alternativas pra atualizar salário de servidores, há 2 meses sem verem a cor do dinheiro.

Pendência



Sub judice, Reinaldo Barros levou nome às urnas e, mesmo assim, contabilizou 2.106 votos, exatos 354 a mais que Lindoval (PSC), dado legalmente como vencedor da eleição em Calçoene.
Mas pode haver reviravolta, se recurso de Barros passar bem no TSE, em Brasília.

Tenacidade



Promotor Moisés, persistente, já disse a que vai na próxima eleição.
Leia-se, Senado Federal, cargo eletivo que já disputou em 2014, quando apenas uma vaga estava em jogo, conquistada por Davi Alcolumbre.

Mutirão



Inegável: trupe de Gilvam está motivadíssima para uma virada de placar na reta de chegada da eleição, mesmo consciente do desafio indigesto que tem pela frente.
Da coordenação de campanha, Roberto Góes, Acácio Favacho e Jaime Nunes são os mais focados na construção do fio da meada.

Independência



“Sou um homem profissional e financeiramente resolvido. Logo, não me ofereçam cargos em troca de apoio, porque sempre condenei fisiologismo, prática habitué dos profissionais da política”, disse Promotor Moisés nesta quinta 6, no rádio.

Matemática



Mesmo perdendo com Zilma em Santana, 2º maior município, Davi Alcolumbre gaba-se:
Numa rápida conta de padaria, contabiliza ao menos 6 municípios nos quais triunfou —Laranjal do Jari (Márcio), Oiapoque (Orlanda), Mazagão (Dudão), Pracuuba (Belize), Serra do Navio (Elson) e Cutias (Amanajás).

Pequenez



O Instituto Lula pode até negar, mas o PT sofreu estrondosa derrota nessas eleições municipais.
E, por conta disso, em vez do gigantismo de outros carnavais, agora a inegável insignificância pra quem ainda sonha disputar PR, em 2018.

Assumida



Suplente de deputado federal, com 9.678 votos, Patrícia Ferraz, ao invés da imagem pessoal, como até bem pouco tempo, agora o 18 de Clécio como perfil na conta dela no Twitter, onde, já no 1º turno, fez postagem:
“Minha mãe e meu cunhado indo votar no melhor e mais preparado candidato: CLÉCIO 18!”

Nem tanto



Sobre o ‘antipolítica’ que corre país adentro, Milhomen (PCdoB) postou no twitter dele nesta quinta 6:
“Não há rejeição à política, mas sim a alguns políticos. Pois a partir do momento que um empresário se filia a um partido, ele passa a ser político”, ponderou o ex-deputado.

Maratona



Médico e ex-deputado, nessa ordem, Manoel Brasil, um dos primeiros a aderir onda do ‘cooper’ em Macapá, deu o tom:
Já se prepara pra correr na São Silvestre, na virada do ano, nas ruas de São Paulo.
Diz ter fôlego de trator de esteira.

Delação?



Com promessas de mundo, fundos e latifúndios, o PMDB corre que nem louco atrás de Dalva, por maiores informações sobre caso dos uniformes escolares, quando ela era secretária municipal.
Buscam fio da meada pra montar programa e botar carapuça na cabeça de Clécio, vazou de uma boa fonte peemedebista.

Quase



Mobília cá de casa, radialista Olívio Fernandes tirou lasquinha da trave, mas bola não entrou.
Contabilizou 2.109 sufrágios, bem votado, não logrou vitória, mas vira suplente de vereador.

Reparo



Presidente Hildegard (PRB), quando conversou comigo antes da eleição, só falou mal de WGóes —carga de desgaste muito pesada—, mas disse que aceitaria apoio de Gilvam se Aline fosse ao 2º turno.