Reconhecimento



Médico e ex deputado, nessa ordem, Manoel Brasil diz categoriacamnente:
“Não se pode falar no Brasil dos últimos 60 anos sem lembrar Sarney.”

Perplexidade



Situação financeira do país anda tão confusa que poucos institutos têm se atrevido a medir índices de perda do poder de compra dos brasileiros.
É crise que não acaba mais.

Privação



Todos perdem com a crise, principalmente a classe mais pobre da população, porque, com aumento dos índices de desemprego, passam a depender do que especialistasa chamam de ‘mendicância institucional’, avaliam estudiosos.

Arrependimento



Do ex-ministro Unger, quando esteve aqui:
“Pra crescer, o Amapá precisa pensar grande, esquecendo condição de território federal.”
Hoje, com o estado ‘quebrado’, bem poucos amapaenses concordariam com o homem dos assuntos estratégicos de Dilma, na época.

Balanço



Nesse clima de se elege, não se elege, tirante Clécio, já com passaporte carimbado pro 2º turno, Gilvam e Aline reúnem mais chances de chegada que outros, se pra valer números do Ibope, avaliam PhDs.

Violência



E dia vai, dia vem, nada de solução pra acabar com onda de vandalismo nas escolas públicas —algumas até já dispensando alunos, pra evitar mal maior.
Aceitem ou não, é a educação nem tão levada a sério, como se esperava.

Recuo



Ainda falta muito para os políticos amapaenses tomarem vergonha na cara.
Mas, admita-se, já faltou bem menos, antes da virada eleitoral em 2014 —no parlamento federal, principalmente.

Brandura



Enganou-se quem esperava um Moisés Souza barulhento e vingativo depois que perdeu presidência da Alap.
Tem se mantido ameno e cauteloso, “o que orna com o novo perfil político que planeja adotar, doravante”, revelam mais próximos.

Bondade



Gilvam Borges (PMDB) na propaganda eleitoral, na televisão:
“… Não sou louco. Só acho que meu coração é maior do que o juízo.”

Off



O MPF está pedindo pra cancelar concessão de uma emissora de rádio no sudeste do Pará, onde Cabuçu Borges (PMDB) tem digitais de sócio da Beija-Flor Radiodifusão Ltda., detentora da concessão.

De mal



Por feridas abertas em 2010, época do estouro da Operação Mãos Limpas, até hoje WGóes e Lucas Barreto ainda estão tipo água e azeite, ou seja, como líquidos que não se misturam.

Apelo



Cabuçu Borges, sempre que pode, tem cutucado: “Senadores precisam dar sinal de vida e ombrear um pouco mais WGóes, em Brasília.”
Pra ele, Capi, Davi e Randolfe estão praticando política que sempre condenaram —aquela do ‘quanto pior, melhor!’.

Vai indo



Em Santana, Robson ferve que nem rapadura no tacho, sob efeitos de raios que o partam da Justiça Eleitoral, mas, de liminar em liminar, toca campanha, e com chances de chegar à reeleição, apostam aliados.

Esperança



Caladinho, mas muito bem assessorado, Moisés Souza ainda trabalha pela nulidade dos efeitos da Operação Eclésia —questão de foro competente pra recepcionar a ação.
Pelo menos é o que falam devotos dos arredores do ex-presidente do Legislativo estadual.

Gari



As redes não estão mostrando só Aline Gurgel varrendo passarelas, nas baixadas.
Agora também o Promotor Moisés (PEN), meio desajeitado, mas capinando, ao invés da varrição.
Voto suado!