Às claras



Não acho que o Teles Júnior falou pelos ‘cotovelos’ ao admitir incineração da criança morta na maternidade, “por cochilo da empresa terceirizada na coleta do lixo hospitalar”, como levou aos ares.
Fez barulho, mas não mentiu —um gesto raro nos dias de hoje—, o que desagradou áulicos de WGóes, que preferiam o silêncio pra evitar desgastes políticos.

União de forças



“Da parte da AL, não faltará apoio para que Waldez deslanche administração pelo bem do Amapá”, garante Moisés Souza.

 

Arrependimento



Capiberibe falou na Globo (JN): ‘quero que Dilma, em rede nacional, peça desculpas por ter mentido ao povo brasileiro.”
Espera sentado.

Persistência



Marba não desiste: briga até o último suspiro pelos R$ 13 milhões do contrato da LMS com o governo estadual.
Apesar de já ‘garfado’ pelo MP, que rechaçou ‘emergência’ como justificativa pra driblar licitação.

Aberração



Enquanto o Ministério do Turismo e GEA discutem, no Setentrião, abuso sexual de menores, bem perto dali, na orla de Macapá, ta ‘assim’ de crianças ‘vendendo o corpo’ por alguns trocados, sem qualquer política pública para inseri-las na sociedade…

Discurso
Syntia Lamarão (Setur): “A nossa sensibilização é para que essas crianças, que estão vulneráveis a essa situação, tenham proteção e uma vida sem violência. Hoje, o turismo é altamente afetado por esses casos, por conta disso a importância da efetivação de todos os parceiros na prevenção da exploração sexual”.

Impunidade



Apesar dos esforços, é bem possível que caso do bebê incinerado acabe nos ralos da impunidade.
A Tratalix informou a parlamentares da AL ser impossível atestar que houve incineração, porque todo o lixo coletado nos hospitais é lacrado.

Trincheira



Ao invés de Camilo, é dona Cláudia Capiberibe quem tem se pendurado nas redes, mais frequentemente.
E de lá disparando rajadas de chumbo grosso contra o Setentrião, a saúde como pano de fundo enodoado.

Descaso



Bem público, o Macapá Hotel, na Beira-Rio, pode ter de tudo um pouco, atualmente.
Menos cara e jeito de hotel de verdade, que um dia já foi, bote tempo, inclusive ostentando bandeira do Novotel, então respeitadíssima mundo afora. 
Espia lá.

Inspeção na Tratalix



Opresidente da Comissão de Direito da Pessoa Humana, Questões de Gênero, Assuntos Indígenas, da Mulher, do Idoso, da Criança, do Adolescente, do Afro-Brasileiro e Defesa do consumidor (CDH), deputado Estadual Pedro da Lua (PSC) ,acompanhado da vice presidente, deputada Edna Auzier (PROS), estiveram nesta sexta-feira, 14, vistoriando o incinerador utilizado para destruição de resíduos hospitalares e recolhendo documentos e informações na empresa Tratalix, prestadora de serviços responsável pela coleta do lixo hospitalar. A empresa foi citada no caso do corpo do bebê incinerado no último dia 6 de agosto.

Os deputados ouviram as explicações sobre os técnicos da empresa e solicitaram cópias das licenças e autorizações de funcionamento. A vistoria durou cerca de uma hora e meia e tudo foi registrado pela equipe de comunicação da Alap.

Em sua defesa, a empresa alegou que não pode atestar que o corpo do bebê foi incinerado porque todo o lixo coletado nos hospitais é lacrado, não sendo permitida a abertura dos recipientes, conforme normas da Vigilância Sanitária. Além disso, para cada tipo de resíduo hospitalar, há um local adequado para sua guarda, não havendo possibilidade de troca pois as próprias cores dos recipientes são diferenciadas.

Nesta segunda-feira, 17, o deputado Pedro da Lua usará a tribuna para convocar os demais citados no episódio para serem ouvidos pela CDH. As empresas Tratalix e Alfa também serão convocadas, já que são as duas responsáveis pelo acondicionamento e destruição do lixo oriundo das unidades de saúde.

Dúvida



Curioso de berço, quero saber se vão mesmo acabar com a residência oficial, como sugere projeto do psolista Fabrício Furlan?!
Candidatíssima a virar uma nova UNA da vida, continuo achando uma péssima ideia.