Conta gotas



Lentidão das obras do novo aeroporto é porque dinheiro da União só tem caído aos ‘pingadinhos’ na conta da empreiteira que toca serviços em Macapá.

Pra valer



Campelo descarta julgamento de mérito no Conselhão da OAB, sobre suposta inadimplência, pra só assim dar eleição como ‘prego batido, ponta virada’.

Efeito



Por culpa das bandeiras da Eletrobras, não é só a conta de luz que tem aumentado ultimamente. 
As filas nos guichês de parcelamento da CEA também.

Barulho



Agora já não é só o clima ‘anti-Dilma’ que invade as ruas. O ‘Fora Cunha’ também. 
E com bem mais decibéis, diga-se.

Protesto e petição



José Sarney – Ex-presidente da República

Nada mais discutível e passível de crítica do que a decisão de permitir a ocupação do mercado bancário brasileiro pelo capital estrangeiro.
O grande argumento do liberalismo, das leis do mercado, era a livre concorrência. Essa uma ideia velha, do século 18, que ganhou corpo no século passado. Acontece que, uma vez materializada, essa ideia levou à exploração selvagem do homem, determinando a reação do intervencionismo do Estado para evitar as distorções que levaram aos monopólios, oligopólios, à crueldade no sistema de trabalho.

A reação foi violenta e gerou mais de um século de revolta e revolução, as teorias de um Estado sem classes, as batalhas laboristas e o reformismo social tentando salvar o capitalismo.

Com o fracasso do intervencionismo, volta o capitalismo selvagem a toda a carga. Sua ideologia continua sendo o egoísmo, o lucro. O estatismo teve excesso e defeitos irreparáveis, mas o mercado sem controle é cruel, injusto e inaceitável. Sem efeito contraditório, mata a concorrência.
É uma falácia dizer que a presença de bancos estrangeiros em nossa economia é salutar porque ajuda a concorrência, diminui os custos e mais e tal. Ora, achar que coração de banqueiro estrangeiro é melhor que o dos brasileiros é simplesmente acreditar em lábias do lobo mau.

Os bancos brasileiros modernizaram-se, atravessaram grandes crises, estão deixando de ser empresas familiares para ser empresas de capital aberto, sujeitas aos olhos, à fiscalização e ao julgamento das autoridades, da imprensa, da opinião pública, e suas decisões são tomadas aqui. Alguém no Brasil pode desvendar o que ocorre na adoção de estratégias pelos bancos estrangeiros, linhas auxiliares das companhias globais, na City de Londres, em Wall Street ou Tóquio?

O Brasil entregou o maior prêmio do mundo, presente de casamento real, sem trocadilho, a um banco estrangeiro, o HSBC, o Bamerindus, funcionando, com milhões de depósitos, 1.300 filiais, assumindo passivos duvidosos e financiado pelo Banco Central. Quem daria esse patrimônio a um banco brasileiro? Depois, surgia o caso do Banco Real, e a invasão que se fez em bancos menores e as posições acionárias que se tomam asseguram que em breve será esse setor predominantemente de capital de fora, fixando prioridades, discriminando a empresa nacional, impondo a taxa de juros.

Como falar em concorrência? Um banco estrangeiro tem o custo do seu dinheiro a 5%; lá fora, os nacionais, a 38% e mais. Ninguém pode entrar nessa competição. Vêm oligopólio e uma política que necessariamente não é do nosso interesse. Leis de mercado não existem. Assim nem funcionam.

Bancos são permissionários do Estado. Há interesse nacional. A entrega de nosso mercado aos bancos estrangeiros é contra o interesse nacional. Não queria protestar protestando. Mas pedir pedindo, como dizia Vieira, a mudança dessa política ao governo.

Gato?



A UNA deve R$ 250 mil de conta de luz e por isso já cortada bote tempo.
Enquanto negocia parcelamento, presidente Iury corre atrás de gerador pra que entidade não interrompa atividades.

Saudoso



Edinho não tem feito outra coisa ultimamente que não seja lê, relê e treslê papelório sobre as 40 faltas de Augusto Aguiar em sessões no Legislativo.
É tiro e queda, tem dito.
E até já sente gostinho no bumbum da poltrona de deputado estadual, confessa.

Sem acordo



Dito por Ericláudio, WGóes e Moisés Souza, depois do estouro da boiada, já conversaram sobre repasses e impeachment, mas não chegaram a fumar cachimbo da paz.

Ira



Chamado de ‘lobista’ de Campelo, Maurício quase perde estribeiras, num ‘me segura senão eu brigo’ com tropa de choque de Träsel, no debate sobre eleição na OAB, na Diário FM, ontem.
Um Deus nos acuda.

Bataclan



Da cintura pra baixo tudo era ‘canela’ no durante e no depois do debate entre Campelo e Träsel no ‘Togas&Becas’, na Diário FM, ontem.

Divergência



Talvez a lua, talvez as pirâmides do Egito, mas alguém botou no meu App sobre um bloco dissidente de 10 deputados já em formação na AL.
Será?

Ninho



Além do PCdoB e da Rede, agora o PSDB também como opção pra Clécio nesse navegar por um novo porto seguro onde atracar barca política, em breve.

Atenção!



Disparo feito por Badu Picanço, ontem, foi como alerta e na direção de um carro não identificado que já dentro do sítio dele, no km 6, onde assistia ao jogo com a família.

Alvo



Tiro disparado por Badu, no km 6, não chegou a atingir o carro só depois identificado como sendo da polícia, mas ocupado por agentes à paisana.

Sem cadeia



Badú não foi preso, prestou depoimento no Ciosp, apresentou documentação da arma e foi liberado, mas vai responder por ‘disparo de arma de fogo’.