Legalidade



Julhiano Avelar (Procurador do Estado): “Não há absolutamente nada ilícito, e tampouco o contrato foi firmado às escondidas, pois foram feitas 4 cotações, inclusive com a participação de uma empresa que atualmente presta serviços sob contrato derivado de licitação, mas o Governo optou em contratar a que apresentou o menor preço”.