Fardo



“Do endividamento do governo, gestado na administração passada, o estado, que já pagou R$ 364 mi este ano, ainda projeta desembolsar mais R$ 450 milhões em 2017”, diz secretário Teles Jr. (Seplan).

Medo



Se tiverem dúvida sobre o bem danado que a Lava Jato faz para o Brasil, “basta ver o quão comedidas estão as campanhas municipais.Tudo consequência”, avalia o desembargador Vales (Tjap).

Nariz a nariz



Já com Aline confirmada, os 7 candidatos à Prefeitura de Macapá se enfrentam em debate terça, 27, na Diário FM (das 16 às 19h).
Inclusive com direito a telão e torcidas organizadas do lado de fora da emissora.
Imperdível!

José Sarney



Tenha cuidado com o cartaz

 

A verdade é que, na história do Brasil, sempre foi uma constante a busca de reformar as leis eleitorais para acabar com as mazelas que cada eleição apontava. Já atravessamos o tempo do combate às fraudes, do bico de pena, da eleição a cacete — como era no Império, criando um paladino de reformas, encarnado no Conselheiro Saraiva, tido como entendido em matéria eleitoral. Em 1881 tivemos então a lei Saraiva, que era esperada há muitos anos pela classe política. Não foi um sucesso e muitos furos deixaram margem a fraudes. O DesembargadorTrayahu Moreira, que era do Brejo, contava que sua cidade fora citada na Câmara dos Comuns da Inglaterra como exemplo de que as eleições diretas eram vulneráveis, e tinham burlado a Lei Saraiva, que implantava esse sistema.

Eu mesmo, na minha longa vida política, assisti à votação de dezenas de leis eleitorais — e nenhuma funcionou. Dessas a grande batalha foi pela cédula oficial, substituindo as cédulas particulares distribuídas pelos partidos. Com a minha experiência, quando presidente da República chamei o ministro Néri da Silveira ao Palácio do Planalto e propus a informatização das eleições, começando pelo título eleitoral, trilhando assim o longo caminho da urna eletrônica, que possibilitou eleições legítimas, sem fraudes e de apuração rápida. Hoje somos exemplo para o mundo. Ele foi ao Maranhão naquela época e no TRE entregou-me o primeiro título eleitoral emitido por esse sistema.

Agora é a vez de baratear eleições e evitar abuso do poder econômico. 

Tenho recebido queixas de que até mandar fazer cartazes tem sido difícil, com os pequenos tetos para os gastos nessa eleição. Ora, o cartaz era o instrumento mais visível das eleições: colar cartazes, rasgar cartazes era uma saga que ensejava brigas imensas entre candidatos e partidos. Eu tive um grande amigo e chefe político de Araioses, junto com Leônidas Quaresma, Sebastião Furtado, que desvendava nos cartazes com a cara dos candidatos suas possiblidades eleitorais. Assim, uma vez, levei os cartazes do Brigadeiro Cunha Machado, nosso candidato a governador. Fiz uma grande apologia de suas qualidades e das possibilidades de nossa vitória, pedindo seu engajamento na campanha. Ele me disse: “Deixe eu ver o cartaz dele.” Eu mostrei. Sebastião olhou aquele cartaz bonito e disse-me: “Olhe, deputado Sarney, com essa cara não ganha não. Tem os olhos com jeito de ervado (!).” Eu respondi: “Não, Sebastião, olhe bem que a vitória está em seu rosto.” Ele me disse: “Deputado, com minha longa vida política eu conheço candidato que ganha pelo cartaz.” Eu não esqueci e sempre tomei cuidado com meus cartazes!

Bem, com as eleições está vindo a festa do Círio de Nossa Senhora de Nazaré: que ela proteja nosso Amapá e evite as recorrentes tragédias que também leio: dos acidentes de trânsito, dos assaltos e dos homicídios. Mortes brutais.

Valei-me mãe das almas!, como as rezadeiras cantam nas incelências de defuntos do interior.

 

 

Projeto



Manoel Brasil já não esconde mais de ninguém: quer porque quer ser senador em 18.
E justifica: é por onde enxerga caminho mais fácil pra consolidar velho sonho: um hospital de referência no Amapá.

Resistência



Se engana quem acha que Gilvam ‘joga a toalha’ por conta da rejeição de 49%, considerada muito alta pra ser vencida em tão pouco tempo até a eleição, em 2 de outubro.
Tidos e havidos como bons na militância, ele e trupe não veem aquilo como um ‘bicho de 7 cabeças’, porque noutros pleitos desafios parecidos foram superados.

Reconhecimento



Justiça seja feita: médico Alexandre Torrinha contabilizou positivamente passagem dele pela política, como deputado estadual (Alap).
Principalmente nos quesitos saúde e meio-ambiente, por onde se notabilizou contumaz defensor e grande tribuno.

Avanço



Tudo bem, obrigado, quanto ao pódio do Ibope que ainda ocupa, dizem marqueteiros da Rede.
“Mas, vitória de Clécio já se desenha mais evidente com significativa queda no índice rejeição —de 39% para 31%, abaixo de Gilvam e Aline Gurgel”, avaliam.

Primeira mão



Site Natura Musical já está divulgando ‘Loba boba’, com letra de Joãozinho e Zeca Baleiro, uma das músicas do Álbum Batom Bacaba, que Patrícia Bastos lança aqui em 11 de novembro, no Bacabeiras.

Rejeição



Temendo desgastes, com ‘trapalhadas’ pra favorecer Cunha ainda ‘fresquinhas’ na cabeça do povaréu, Vinícius teria sido aconselhado a não subir no palanque da cunhada Aline Gurgel.
Solidária, a patroa Luciana, deputada estadual, também decidiu ficar de fora.

Nas paradas



Sucesso de público no horário eleitoral, deputado Fabrício Furlan já pensa, no pós campanha, lançar clipe com título “Tô contigo, mano!”.

Ela arrasa!



Lia Sophia também se apresentou no palco do ‘Brazil Days’, em Nova Iorque, nos EUA, recentemente.
Mas já está de volta ao Brasil.

Apagão



No Paraná, até poste de praça já estão roubando, porque vende fácil pra facilitar ligações clandestinas de energia elétrica.
Se a moda pega, Macapá vira um breu, sem ter onde botar um bico de luz sequer.

Apoio



Noves fora Capiberibe, WGóes, por enquanto, só admite ceder ombro amigo para os ‘gurgéis’, caso Aline passe para o 2º turno.

Passivos



Na partilha dos bens, Paulo e Dorimar ficaram com o Inneuro, e Alejandro montou uma outra clínica, o Neurocor, também às próximidades do HSC, no Santa Rita.