No âmbito do Amapá, medida judicial proíbe Banco Master de cobrar servidores ativos, aposentados e pensionistas que contrataram consignados com a instituição.
Medida envolve cerca de R$ 400 mi vinculados ao Regime Próprio de Previdência Social do estado, administrado pela Amprev e investidos no mercado financeiro através do Master.
