7 de fevereiro de 2026
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Flávio Dino mexeu num tema que costuma irritar o brasileiro comum: os penduricalhos do serviço público.

Ao suspender benefícios que, na prática, elevavam salários acima do teto, o ministro colocou o dedo numa ferida antiga. E, sejamos francos, grande parte da opinião pública concorda. O cidadão que paga imposto olha para esses extras e vê privilégio, não necessidade. A decisão reacende um debate importante sobre limites e responsabilidade no uso do dinheiro público — assunto que sempre gera resistência, mas raramente passa despercebido.

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