23 de fevereiro de 2026
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Nota do MP-AP sobre investigações da PF, a respeito do promotor de justiça João Paulo Furlan, diz que na época dos fatos, em 2020, o promotor não estava no exercício efetivo do cargo de chefe de gabinete da Procuradoria-Geral de Justiça, pois se encontrava de férias e licença, o que afasta qualquer possibilidade de uso da estrutura ministerial para fins eleitorais.

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