16 de abril de 2026
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MP-AP demitiu servidor com prisão preventiva decretada, acusado de crimes sexuais.

Demissão foi obra de processo administrativo disciplinar, que concluiu ter ele praticado infrações graves às normas funcionais.

Vítimas foram acolhidas pelo próprio MP, recebendo acompanhamento psicológico e suporte especializado.

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