“Entramos na vida pública com um único consenso: cuidar da população e, principalmente, de quem mais precisa. Por isso, essa ferramenta pode ser construída por várias mãos, com participação de médicos, enfermeiros, cidadãos e dos poderes constituídos”, palavras de Acácio Favacho, sobre programa de telemedicina trazido por ele para o Amapá.
