7 de janeiro de 2026
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Lula condena, mas mede as palavras. Critica a ação na Venezuela, chama de “afronta à soberania”, mas evita o tom incendiário. E não é contradição, é cálculo.

A intervenção americana e a captura de Maduro ocorrem no momento em que Lula ensaia reaproximação com Trump. Por isso, no Planalto, a indignação tem limite: simpatias ideológicas cedem lugar à preservação do próprio capital político e das pontes com a Casa Branca.

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