Hoje há 11 nominatas sendo formadas no Amapá. Algumas seguem em sigilo absoluto — boas demais para serem expostas antes da hora. Outras, nos bastidores, já são tratadas como frágeis ou pouco competitivas. Analistas políticos avaliam que esse número deve diminuir. A razão é simples: não basta montar chapa, é preciso ter candidato com densidade eleitoral. No papel, todo mundo é viável. Na urna, a conversa é outra.
