Sob a alegação de calamidade financeira, a prefeitura de Calçoene iniciou o desligamento coletivo de professores, cuidadores, pedagogos, merendeiras, auxiliares de serviços gerais, vigilantes e motoristas, mantendo apenas cerca de 30% do quadro de pessoal. O Ministério Público já acionou o prefeito Toinho Garimpeiro para que anule os atos de desligamentos, sob pena de ação civil pública.
