Fachin, presidente do STF, vota para liberar parte do pagamento de penduricalhos; placar está em 5 a 0.
Relatores da ação que limitou verbas indenizatórias defenderam liberar o pagamento, em espécie, a magistrados com períodos de férias, licenças-prêmio e plantões judiciais adquiridos antes de julgamento realizado em março.
