21 de setembro de 2026
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O petróleo na Margem Equatorial volta ao centro de uma disputa judicial.

O MPF recorreu ao TRF1 e pede a suspensão da licença para perfuração no bloco FZA-M-59, alegando necessidade de aprofundar estudos sobre impactos na pesca artesanal e em comunidades tradicionais.

A Petrobras contesta e afirma cumprir as exigências ambientais e não ter identificado impactos socioambientais diretos.

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