Câmara Municipal de Macapá, em Nota Pública, diz que causa estranheza cronologia dos fatos que desembocaram na Operação Cavalo de Troia, na manhã desta quinta, 15, com presença do delegado de polícia civil Estéfano da Silva Santos nas investigações. Documento pontua que “utilização do aparato policial não pode servir a interesses políticos nem produzir interferências indevidas na autonomia do Poder Legislativo”.
